Queriam que eu experimentase uma blusa lá, logo de cara falei que não, quando não gosto de uma coisa, eu falo, na maior sinceridade, o que é uma qualidade e um defeito. A blusa era meio que indiana, não faz meu estilo, digamos assim. Depois fomos embora, fiquei mais um pouco no computador, ouvindo a mesma música, Hey There Delilah, tentando compreender porque Bernado havia me chamado daquele jeito, e realmente não entendia, inclusive pesquisei na internet o que seria Delilah, achei a mesma coisa que já sabia, mulher que trai Sansão, é envolvente, perigosa, falsa, então eu seria esse tipo de 'mulher'? Uma mulher que trai? Ou seria a 'mulher' envolvente?
Bernado talvez queria me falar como na música? Que prometia me fazer feliz, me amar e me faz as mais lindas declarações de amor?
Ah Barnado, se você soubesse o que eu sinto, que se você disesse sim, eu também diria, que eu faria frases com suas olhos, do tipo queria me afogar em seus olhos para vir me salvar, só para fazer graça mesmo, ou frases bonitas, ao por do sol, que nada haveria sentido sem ele ali. Então que eu seja a Delilah/Dalila.
Boa noite, beeijos
31 de março de 2009
29 de março de 2009 - domingo - mais tarde
Postado por ana balarini às 18:45
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2 comentários:
agora sim minininha........ porra, o final ficou foda!!!!!!
a parada da blusa ficou meio desconexa com o final, mas o final compensa.
bjs
é só uma desculpa pra ela ter parado de escrever no diário, obrigada ;*
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