Escola normal, Clarice não foi, então, nenhum barraco. Hoje quando estava voltando do inglês, que termina bem tarde, oito horas da noite, para ser mais exata, e sempre fico converdando com os meninos, ai eu sempre saio de lá umas oito e meia, mas nem me preocupo muito, porque um deles, o Marcinho, vai comigo até uma parte do caminho e depois disso, minha casa é perto, e no caminho, tem uma casa que esta em construção, mas a muito tempo, ela é meio que toda abandonada, ainda tem saco de cimento, madeira, areia, e um monte de insetos, nunca ouvi nada, e hoje ouvi duas pessoas conversando, eu e a minha maldita curiosidade queriamos saber o que elas estavam falando, me escondi atraz de um monte de areia, 'Se esse dinheiro não estiver em minhas mão semana que vem, coisas indesejáveis poderam acontecer meu caro', 'Mas já disse que não tenho tanto dinheiro', 'Se vira', um homem saiu então, bem trajado, de terno, bem alinhado, bonito, tinha cara de ter uns quarenta e poucos anos, parecia um homem de negocios. Ele entrou em uma mercedes preta e saiu arracando. Logo após saiu outro homem, do mesmo estilo, parecia preocupado, com a mão na cabeça, e entrou em outro carro, audiA6 escuro, e foi embora.
Pelo que você notou, parece que ouvi algo importante, eu realmente não vou contar isso a ninguém. Estou com medo.
6 de maio de 2009
15 de abril de 2009- quarta feira
Postado por ana balarini às 16:45 0 comentários
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